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Publicado em: 10/4/2008
Capítulo 14 de Apocalipse
O capítulo 14 trata de três assuntos principais: Os 144 mil na glória, a
tríplice mensagem angélica e a intervenção do Céu na Terra.
Os detalhes deste capítulo, dentro de suas divisões, são de suprema solenidade.
São eles:
Predição da restauração do evangelho eterno, num movimento mundial e o anúncio
da chegada da hora do juízo;
A denúncia da queda da Babilônia espiritual ou do falso cristianismo;
A mais grave e solene advertência jamais feita aos mortais contra a adoração da
besta, de sua imagem e a recepção de seu sinal;
Evidencia-se um povo que guarda os mandamentos de Deus e possui a fé de Jesus;
É referida a colheita da Terra pela segunda vinda de Cristo;
O juízo de Deus é executado no símbolo das uvas que são pisadas no lagar da Sua
ira.
Os 144.000
Apocalipse 14:1 – “Então olhei e vi o Cordeiro em pé sobre o monte Sião, e com
ele cento e quarenta e quatro mil que traziam escrito na testa o seu nome e o
nome de seu Pai”.
De tudo quanto se diz sobre os 144 mil neste capítulo e nos capítulos sete e
décimo quinto, temos muitas razões para crer que eles constituem os justos que
estarão vivendo na Terra por ocasião da segunda vinda de Cristo. Eles são um
grupo especial que foi selado com o “selo do Deus vivo”. Foram congregados de
todas as nações.
O nome de – Deus Criador – contido no mandamento do sábado é também aplicado ao
Filho de Deus visto que Ele também é Deus e Criador dos Céus e da Terra. Assim,
terão os 144 mil em suas testas o nome do Cordeiro e o nome do Pai.
O monte Sião é citado tanto no Antigo quanto no Novo Testamento como o trono de
Deus.
Apocalipse 14:2 – “E ouvi uma voz do Céu, como a voz de muitas águas, e como a
voz de um grande trovão. A voz que ouvi era como de harpistas, que tocavam com
suas harpas”.
A voz dos 144 mil triunfantes do monte Sião.
Apocalipse 14:3 – “E cantavam um cântico novo diante do trono, e diante dos
quatro seres viventes e dos anciãos. Ninguém podia aprender aquele cântico,
senão os cento e quarenta e quatro mil que tinham sido comprados da terra.”
Os 144 mil cantarão um “novo cântico” que está bem esclarecido no capítulo
quinze. Este é um novo cântico, pois registra uma nova experiência. Ninguém
senão os 144 mil, em toda a eternidade, poderá aprender este novo cântico; pois,
será o cântico que expressará uma experiência pela qual jamais alguém terá
passado em tempo algum além deles. E isto prova que todos os 144 mil terão
idêntica experiência em um tempo único, definido, como relata Apocalipse 15:2-3.
Apocalipse 14:4 – “Estes são os que não se contaminaram com mulheres, pois são
virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vai. Estes são os
que dentre os homens foram comprados para ser as primícias para Deus e para o
Cordeiro.”
Mulher em profecia significa igreja. Em Apoc.17:5, temos o quadro de uma mulher
impura com suas filhas, as quais participam de sua mesma natureza corrompida.
Esta mulher é chamada “Mistério, a Grande Babilônia”.
As “mulheres” desta profecia são figuras das igrejas caídas, do mundo cristão,
com as quais os 144 mil não estarão contaminados ou não terão com elas relação
alguma no momento da segunda vinda de Cristo. Não quer isto dizer que nunca
pertenceram antes a igrejas caídas.
Lemos no capítulo dezoito que Deus faz um forte apelo a Seu povo, enganado, que
está ainda na Babilônia espiritual, ou nas igrejas caídas, para que saia dela a
fim de não participar de seus pecados. Ao deixar Babilônia, em atenção ao
chamado de Deus, escapam da contaminação das falsas “mulheres” ou das falsas
igrejas. Desta maneira, uma vez desligados das igrejas corrompidas, eles serão
“virgens”, pois não estão praticando o adultério espiritual.
A igreja que estará esperando pelo retorno do Mestre é descrita como dez virgens
(Mat.25:1-13). São virgens porque têm a fé pura. Guardam os dez mandamentos de
Deus e possuem a fé de Jesus (Apoc.14:12). As “lâmpadas” nas mãos das virgens
são símbolo da Palavra de Deus (Sal.119:105). Mas, não basta possuir a lâmpada;
é preciso ter, também, o óleo – uma profunda experiência cristã que vem por meio
da presença do Espírito Santo de Deus.
Apocalipse 14:5 – “Na sua boca não se achou engano; são irrepreensíveis”.
Não se achou “mentira” em seus lábios. Não revelaram qualquer intimidade com a
falsa mãe Babilônia e suas filhas prostitutas. Não adoraram a besta e sua
imagem. Eles “não amaram a própria vida” “mesmo em face da morte” (Apoc.12:11).
Eles seguem a Cristo, sem medo da morte. Eles O seguem na prosperidade e na
adversidade, na alegria e na tristeza, na perseguição e no triunfo. Eles
rejeitaram toda falsa doutrina e proclamaram a verdade de Deus. Na sua boca não
se achou engano. Eis o caráter daqueles que hão de ser eternos.
O Evangelho Eterno
Apocalipse 14:6 – “Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho
eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e
língua, e povo”.
Simbolizando uma mensagem ou um mensageiro, este primeiro anjo representa um
movimento de âmbito mundial; não alguma mensagem nova, mas a mesma mensagem do
passado.
Deus sempre teve apenas um único evangelho. O evangelho eterno nunca muda. Ele
foi anunciado primeiro no Éden (Gen.3:15), depois para os filhos de Israel (Heb.4:1-2),
e é proclamado de novo a cada geração.
No capítulo oito, do livro de Daniel, está bem assentada a profecia de que
Roma-papal lançaria por terra a pura verdade do evangelho e que trocaria pelas
tradições de homens sem Deus. E esta ação da igreja de Roma determinou a
apostasia do cristianismo, que redundou no surgimento do “homem do pecado” que
se assenta “como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus”, decretando
dogmas religiosos em substituição aos do “evangelho eterno” de Deus.
Também o protestantismo, que pretende ter-se afastado de Roma, tem aviltado de
igual maneira a Bíblia, introduzindo novos erros em lugar do evangelho eterno.
Porém, o primeiro anjo, “voando pelo meio do Céu”, a representar um movimento de
Deus nestes últimos tempos, anuncia a restauração do “evangelho eterno”.
A Mensagem do Primeiro Anjo
Apocalipse 14:7 – “Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e daí-lhe glória,
porque é chegada a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, a terra, o
mar e as fontes das águas”.
O que significa temer a Deus? “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a
Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem” (Ecles.12:13).
A declaração atesta haver um tempo pré-definido em que a hora do juízo chegaria.
A mensagem do juízo seria proclamada no mundo imediatamente ao chegar o “tempo
do fim”, em 1798. Desta data em diante, poderíamos esperar o anúncio da chegada
da hora do juízo.
Além disso, a hora do juízo chegaria quando o “evangelho eterno” fosse
proclamado através de um grande movimento mundial “a toda nação, e tribo, e
língua, e povo”, o que só poderia ser possível com o concurso da ciência,
segundo anunciara o profeta (Dan.12:4). Desde o ano de 1844, segundo o profeta
Daniel, iniciou-se o juízo no Céu.
Enquanto no Céu, no santuário de Deus, se processa o juízo desde 1844, na Terra
a mensagem do primeiro anjo adverte os homens sobre a sua realidade.
Em seu sermão em Atenas, Paulo disse que Deus “estabeleceu um dia em que há de
julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e creditou diante
de todos” (Atos 17:31).
Os que aceitam o “evangelho eterno” se distinguem dos demais ditos cristãos,
exatamente por obedecerem aos mandamentos da lei de Deus. Sabem que não estarão
obedecendo ao evangelho eterno desprezando esses mandamentos. Sabem que não
serão perdoados, se insistirem na transgressão da lei divina, que é a norma do
juízo pela qual serão afinal julgados.
É unicamente o quarto mandamento do Decálogo que aponta “Aquele que fez o céu, e
a terra, e o mar, e as fontes das águas”.(Êxo.20:8-11). O mandamento do sábado
foi estabelecido por Deus com um propósito claramente definido, isto é, para que
o homem se lembre perpetuamente de que Deus é o Criador do Céu, da Terra, do mar
e de tudo quanto neles há. É pela observância do sábado que Deus espera ser
reconhecido e adorado pelos habitantes do mundo como Criador, mantenedor e
doador de todas as coisas. Antes do fim do mundo e da segunda vinda de Cristo, a
partir de 1844, esta verdade deveria ser restabelecida na Terra segundo esta
profecia.
Em 1856, quando já o “evangelho eterno” estava sendo anunciado ao mundo há doze
anos, por um povo remanescente especial, e Deus sendo dado a conhecer como
Criador, surgiu Carlos Darwin com o seu livro intitulado “A Origem das
Espécies”, em que contraria abertamente a doutrina criacionista do quarto
mandamento da lei de Deus e do evangelho de Cristo.
Uma vez que o registro bíblico da criação está sendo contrariado e uma vez que o
sábado de Deus, um sinal do Seu poder criador foi posto de lado pela humanidade
em geral, é vital que todas as pessoas, em todas as partes, sejam alertadas
sobre essa questão crucial que tem a ver com a verdadeira adoração.
A mensagem do primeiro anjo:
> Abrange todas as pessoas;
> Chama o homem para adorar a Deus (guardar os Seus mandamentos)
> Anuncia a hora do juízo divino;
> Chama o povo para adorar o Criador (guardar o sábado).
A Mensagem do Segundo Anjo
Apocalipse 14:8 – “Um segundo anjo o seguiu, dizendo: Caiu, caiu a grande
Babilônia, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua
prostituição.”
A palavra Babilônia, ou Babel, quer dizer confusão. Ela teve sua origem com a
cidade e a torre que o povo tentou construir na terra de Sinear, depois do
dilúvio. Foi lá que as línguas do mundo foram confundidas. É um símbolo adequado
para as igrejas populares e seculares, com suas centenas de diferentes seitas e
doutrinas contraditórias. Apocalipse 12 fala sobre a mãe verdadeira, a igreja
pura. Babilônia também é uma mãe; ela é chamada “a mãe das meretrizes” (Apoc.17:5).
O grande pecado imputado à Babilônia é que “a todas as nações deu a beber do
vinho da ira da sua prostituição”. Esta taça de veneno que ela oferece ao mundo
representa as falsas doutrinas que propagou.
Multidões têm bebido o vinho destas falsas doutrinas.
A Mensagem do Terceiro Anjo
Apocalipse 14:9 – “Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se
alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua
mão”,
Apocalipse 14:10 – “também o tal beberá do vinho da ira de Deus, preparado, sem
mistura, no cálice da sua ira. E será atormentado com fogo e enxofre diante dos
santos anjos e diante do Cordeiro”.
A mensagem é dada em alta voz e há quatro coisas que devem ser consideradas:
Alerta contra a adoração da besta. O primeiro anjo convida para adorar “aquele
que fez o Céu e a Terra”. O terceiro anjo alerta contra a adoração da besta.
Deve haver, e há, uma diferença essencial. Se aceitarmos os ensinos e
mandamentos da besta em vez da Palavra e da Lei de Deus, estamos adorando-a.
Alerta contra a adoração da imagem da besta. Se cedermos à pressão do
protestantismo apostatado, ao este dar a mão ao poder civil para impor a marca
da besta, não seremos considerados verdadeiros adoradores do Criador.
Alerta contra receber o sinal da besta. Nas derradeiras horas da crise, a marca
papal da guarda do domingo será imposta pela lei civil. O alerta de Deus é
proferido contra essa marca. Ao Deus chamar as pessoas para adorar o Criador, a
questão sábado-domingo será claramente delineada.
Alerta acerca da ira de Deus sobre aqueles que não ouvirem Seu aviso. Todos
temos que escolher entre a ira do homem e a ira de Deus. É entre a obediência ao
homem e a obediência a Deus que a decisão precisa ser tomada.
Desde tempos passados até ao presente, a ira de Deus tem se manifestado, mas
sempre permeada da Sua misericórdia. Mas quando ela for consumada nas sete
pragas, não será acompanhada da misericordiosa graça. Assim, quando a
substituição do sábado bíblico pelo domingo humano se tornar universal, Deus
intercederá no mundo. Ele sairá de Seu lugar para punir os habitantes do mundo
por suas iniqüidades.
Apocalipse 14:11 – “A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre. Não têm
repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele
que receber o sinal do seu nome”.
A expressão implica na afirmação de que receberão o castigo de Deus aqui na
Terra, onde em verdade há dia e noite em sucessão contínua. Isaías usou a mesma
figura de linguagem ao se referir à destruição dos antigos edomitas, quando
disse que o fogo da destruição “nem de dia nem de noite se apagará; para sempre
o seu fumo subirá; de geração em geração será assolada; de século em século
ninguém passará por ela”.(Isa.34:10).
Porém, não consta que os edomitas, destruídos na Terra, onde há dia e noite,
estejam ainda ardendo no fogo da destruição. As expressões de Isaias e João
enfatizam uma destruição total e irremediável e não uma continuidade de castigo
interminável. Vemos que, enquanto houver qualquer partícula a queimar, os ímpios
queimarão; transformadas estas em cinza, o fogo cessará.
Os Verdadeiros Santos de Jesus, Dos Últimos Dias
Apocalipse 14:12 – “Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os
mandamentos de Deus e a fé em Jesus.”
Eis o traço marcante do povo de Deus do “tempo do fim”. O que indica sua firmeza
em cumprir o propósito que Deus lhe confiou, em meio a um mundo ímpio e a um
cristianismo decadente.
Considerando os que guardam os dez mandamentos de Deus serem assim colocados em
contraste com os que adoram a besta e sua imagem, e recebem o seu sinal, é claro
que a guarda da lei de Deus, por um lado, e sua violação, por outro, deverão
assinalar a distinção entre os adoradores de Deus e os da besta.
A lei de Deus é a grande norma perante a qual todos os indivíduos deverão
prestar suas contas no tribunal de Deus (Ecles.12:13-14). Saibam todos os homens
que jamais serão justificados de seus pecados pelo sangue de Cristo, se não
viverem em harmonia com os preceitos dos Seus mandamentos.
Disse Paulo: “Porque todos os que sem lei pecaram, sem lei também perecerão; e
todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados. Porque os que ouvem a
lei não são justos diante de Deus; mas os que praticam a lei hão de ser
justificados”(Rom.2:12-13).
Apocalipse 14:13 – “Então ouvi uma voz do céu, que dizia: Escreve:
Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito,
descansarão dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanharão”.
Em primeiro lugar, são bem-aventurados os mortos que morrem “no Senhor”; pois
não há esperança após a morte a não ser que o morto tenha morrido “no Senhor”.
Em segundo lugar, esta mensagem faz alusão a mortos “que desde agora morrem no
Senhor”.
“Desde agora” sugere dizer desde quando, ao ser proclamada a advertência final
do terceiro anjo, aparecerem os fiéis de Deus que guardam os Seus mandamentos. E
por que os mortos deste período serão bem-aventurados? Porque serão poupados de
enfrentar as tribulações que vem pela frente.
Enfatizada a Volta de Jesus
Apocalipse 14:14 – “Olhei, e vi uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem um
semelhante a filho de homem, tendo na cabeça uma coroa de ouro, e na mão uma
foice afiada”.
Colocada nesta profecia em seguida à mensagem final do terceiro anjo, a segunda
vinda de Cristo comprova que a última mensagem do terceiro anjo a precede
imediatamente.
O apóstolo Paulo afirma que Ele “aparecerá segunda vez, ...aos que O esperam
para a salvação” (Heb.9:28). Sim, os que O esperam devem estar se preparando
para esse dia.
Mas o dia da volta de Cristo será o mais terrível dia para todos quantos
recusaram a Sua salvação. Terão de sofrer as amargas conseqüências desta
decisão. Terão que avaliar o quanto estiveram enganados.
A coroa de ouro que Lhe dera o Pai forma um flagrante contraste com a de
espinhos que Lhe deram os homens, na Terra, para zombarem de Sua realeza.
A foice afiada representa a colheita do bom trigo, que é um símbolo dos justos
que Jesus virá buscar.
Apocalipse 14:15 – “Então outro anjo saiu do templo, clamando com grande voz ao
que estava assentado sobre a nuvem: Lança a tua foice e ceifa, porque é chegada
a hora de ceifar, pois já a seara da terra está madura.”
Apocalipse 14:16 – “E aquele que estava assentado sobre a nuvem meteu a sua
foice à terra, e a terra foi ceifada.”
Apocalipse 14:17 – “Outro anjo saiu do templo, que está no céu, o qual também
tinha uma foice afiada”.
Apocalipse 14:18 – “Ainda outro anjo saiu do altar, o qual tinha poder sobre o
fogo, e clamou com grande voz ao que tinha a foice afiada, dizendo: Lança a tua
foice afiada e vindima os cachos da vinha da terra, porque já as uvas estão
maduras”.
Apocalipse 14:19 – “E o anjo meteu a sua foice à terra e colheu as uvas da vinha
da terra, e lançou-as no grande lagar da ira de Deus.”
Apocalipse 14:20 – “E o lagar foi pisado fora da cidade, e saiu sangue do lagar
até aos freios dos cavalos, pelo espaço de mil e seiscentos estádios”.
Segundo este capítulo de Apocalipse, há no mundo dois tipos de plantações
distintas: A seara do Senhor e a vinha de Satanás. O trigo do Senhor e as uvas
satânicas.
O lagar onde as uvas eram espremidas e convertidas em vinho, nesta profecia, é
um símbolo da destruição dos ímpios como uvas negras da vinha do adversário da
justiça. A colheita do trigo e das uvas ocorrerá simultaneamente, por ocasião da
segunda vinda de Cristo ao mundo.
Texto da Jornalista Graciela Érika Rodrigues, inspirado na palestra do Advogado
Mauro Braga, São Paulo.
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