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Publicado em: 10/4/2008
Capítulo 13 de Apocalipse – II Parte
Em 1492, Cristóvão Colombo aportou no continente americano, descobrindo-o para o
resto do mundo. Foi, inquestionavelmente, na América solitária que se ergueu a
nova besta, o novo poder que iria ter extraordinária influência no mundo.
Apocalipse 13:11 – “Então vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres
semelhantes aos de um cordeiro, mas falava como dragão”.
Chifres, em Daniel e Apocalipse, são símbolos de poder governamental. Esta besta
de dois chifres como de cordeiro usa seu poder governamental de uma maneira
gentil, quase cristã.
Os chifres não têm coroas como o grande dragão vermelho (Romã pagã) e a besta
com corpo de leopardo (Roma papal). Isso indica que não haverá nem papa, nem
rei, mas um poder democrático. O fato de ter dois chifres, neste caso, pode ser
uma alusão às duas características principais dos Estados Unidos: a liberdade
civil e a liberdade religiosa.
Há três poderes religiosos no mundo. O paganismo abrange todas as nações não
cristãs, o que compreende mais da metade da população da Terra. O catolicismo
abrange as nações que compõem uma grande parte da cristandade e o protestantismo
é outro grande poder religioso.
A profecia fala sobre uma nação que representa um forte poder religioso, que não
é nem o paganismo nem o cristianismo, e que é representado por uma besta com
dois chifres que emerge da Terra.
O Cordeiro Fala Como Dragão
Um governo fala por meio de suas leis. De acordo com esta profecia, podemos
estar preparados para enfrentar perseguições. O dragão foi um perseguidor
implacável da igreja. O leopardo, que veio a seguir, também foi um poder
perseguidor que ceifou a vida de milhões de cristãos durante os 1260 anos.
Quando esta besta fala como um dragão, isso quer dizer que sua natureza muda de
cordeiro para dragão, e que ela faz o mesmo tipo de obras do dragão – que veio
antes dela.
A “fala” da nação são os atos de suas autoridades legislativas e judiciárias.
Quais serão os atos dos Estados Unidos através de seus dois órgãos – legislativo
e judiciário – que representarão a voz do dragão? Antes de tudo tenhamos em
vista que, em outros textos do Apocalipse, a besta semelhante a cordeiro é
identificada como o “falso profeta” (Apoc.16:13; 19:20 e 20:10).
Um falso profeta, segundo as Sagradas Escrituras, tem a pretensão de falar e
ensinar matéria de religião em nome de Deus, quando em verdade sua mensagem é
falsa. É em matéria de religião, portanto, que os Estados Unidos falarão,
futuramente, “como o dragão”, através de suas autoridades legislativas e
judiciárias.
Apocalipse 13:12 – “Exercia toda a autoridade da primeira besta na sua presença,
e fazia que a terra e os que nela habitavam adorassem a primeira besta, cuja
chaga mortal fora curada”.
A primeira besta da visão é o papado. Portanto, a autoridade que a besta de dois
chifres irá exercer é o poder religioso arbitrário sobre as consciências.
Chegará a ponto de exercer o poder perseguidor do papado contra todos quantos
não se puserem em harmonia com seus ensinos em matéria de religião. E esse poder
opressor será exercido pelos Estados Unidos na presença do papado.
A profecia anuncia aqui a união dos Estados Unidos, como nação protestante, com
o papado romano. O tempo se encarregará desta união. Não vai haver como deter o
poder cada vez mais crescente do catolicismo nos Estados Unidos. Uma nação capaz
de fazer com que “todas” as pessoas façam alguma coisa – com exceção unicamente
dos seguidores de Deus – tem de ser necessariamente um país poderoso, um líder
mundial.
A declaração de que “a Terra e os que nela habitavam” deverão adorar a primeira
besta, indica que a autoridade desta nação deve ser exercida pela imposição de
alguma observância de natureza religiosa em homenagem ao papado.
Somente em flagrante violação das garantias constitucionais de liberdade
religiosa da nação americana, poderá qualquer observância religiosa ser imposta
pela autoridade civil. Mas, a incoerência desse procedimento está contida no
símbolo profético. Afinal, não é a besta semelhante ao cordeiro que fala como
dragão?
Assim é que a nação americana quebrará logo a barreira constitucional que diz
respeito à liberdade religiosa, para exaltar o papado e perseguir os verdadeiros
seguidores de Cristo. Leis serão promulgadas pelo Congresso americano, em
exaltação do papado e seus dogmas.
O Congresso e o Presidente provavelmente não decretarão a legislação inicial com
o intuito de atingir a minoria que guarda os mandamentos de Deus, do mesmo jeito
que Nabucodonosor não ergueu sua imagem de ouro com o propósito de lançar na
fornalha os três amigos de Daniel.
O rei até mesmo concedeu àqueles homens a oportunidade de modificarem sua
postura. Porém, quando os três jovens hebreus responderam bravamente: “Não
serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste”, a ira
do rei não conheceu limites (Dan.3:18).
A Velha Mentira Reaparece
Apocalipse 13:13 – “E fez grandes sinais, de maneira que até fogo fazia descer
do céu à terra, à vista dos homens.”
Em Apocalipse 16:13-14 é enfatizado que da boca do falso profeta, o
protestantismo apostatado, como também da boca do dragão e da boca da besta,
saem “espíritos imundos” ou “espíritos de demônios que fazem prodígios”.
Em Apocalipse 19:20, é referido que o falso profeta “fizera os sinais, com que
enganou...” Assim, os “grandes sinais” incluindo até “fogo descer do céu”, é
obra exclusiva de demônios através da besta que subiu “da terra”, cujo objetivo
é enganar as pessoas. Trata-se, portanto, de um poder sobrenatural que opera sob
o controle de demônios enganadores.
Que poder é esse? O espiritismo. Basta que a besta de dois chifres fale “como o
dragão” – Satanás – para que nos certifiquemos de que todos os seus atos, que
cumprem a profecia, sejam atos do próprio dragão e seus demônios expulsos do
Céu.
Verificou-se no Jardim do Éden a primeira sessão espírita havida na Terra. A
serpente era o médium e o espírito que por ela atuara era Satanás. Não era
possível que um espírito de morto atuasse através do animal, porque ninguém
ainda havia morrido na Terra. Porém, em Apocalipse 12:9, temos a certeza de que
Satanás foi o agente enganador invisível.
Formação da Imagem da Besta
Apocalipse 13:14 – “Por causa dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença
da besta, enganava os que habitavam na terra, e dizia-lhes que fizessem uma
imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.”
A imagem da besta deverá ser feita pela besta de “dois chifres semelhantes aos
de um cordeiro” – os Estados Unidos. O fato de o versículo seguinte (15) dizer
que a “imagem da besta”, ao ser formada, falará e matará, é evidência de que não
se trata, como alguns entendem, de uma imagem do culto do catolicismo.
Segundo Apocalipse 15:2, a “imagem da besta” é um poder contra o qual sairão
vitoriosos os que estarão afinal no mar de vidro. Significando isso que, para
saírem vitoriosos, terão de lutar contra esse poder. Trata-se, portanto, a
“imagem da besta”, a ser formada pelos Estados Unidos, verdadeiramente de um
poder perseguidor vindo da união da Igreja com o Estado.
Segundo a profecia, a “imagem da besta” será realizada nos Estados Unidos como
uma homenagem a Roma, em virtude de se propor exaltar o “sinal da besta” – o
domingo – por uma lei constitucional. Assim, o protestantismo apostatado e o
catolicismo conjugam suas forças num desmedido esforço marchando juntos para a
consecução da “imagem da besta” em homenagem ao papado romano.
Apocalipse 13:15 – “Foi-lhe concedido também que desse fôlego à imagem da besta,
para que ela falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a
imagem da besta.”
Como a “imagem da besta” é a união entre a Igreja e o Estado, em que a Igreja
faz do Estado o seu servo, a Igreja terá o poder para falar e o Estado o dever
de executar o que ela fala.
Ou, podemos dizer também que o Estado falará não mais como um Estado civil
livre, mas como um Estado religioso opressor que é a “imagem da besta”. É isto o
que quer dizer: “E foi-lhe (ao Estado pelo dragão) concedido também que desse
fôlego à imagem da besta, para que ela falasse”, e falasse como dragão.
Sobre isto a profecia é muito evidente. A “imagem da besta”, revestida do poder
da própria nação, falará contra os que se lhe oporem, isto é, contra aqueles que
protestarão contra a união da Igreja e do Estado. Sua fala contra eles será de
morte, dada a fidelidade deles aos mandamentos de Deus e a recusa da aceitação
da “imagem da besta” e de suas imposições.
Mas nenhum dos servos de Deus há de morrer pelas sentenças da “imagem da besta”.
Deus os protegerá de modo a não lhes cair um só fio de cabelo da cabeça. Serão
protegidos pelas legiões de santos anjos celestiais, pelo que não será executada
contra eles a sentença de morte em razão da lealdade que manifestam à lei de
Deus e ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.
Eles, reza a profecia, sairão “vitoriosos da besta, e da sua imagem” (Apoc.15:2).
Esse futuro tempo será para eles a “angústia de Jacó”, e não “morte de Jacó”,
pois este, ao atravessar sua grande crise, não morreu em decorrência de sua
angústia.
Controle Mundial & Imposição do Falso Dia de Guarda
Apocalipse 13:16 – “E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres,
livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na testa”,
Apocalipse 13:17 – “para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que
tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”.
Em harmonia com o exposto acima, o “sinal da besta” é o sinal do papado, que é a
“besta”. Portanto, como o papado é um poder religioso, seu sinal deve ser
necessariamente uma instituição religiosa sua por meio da qual pretenda ser
reconhecido no mundo como autoridade suprema.
O apóstolo Paulo descreve o papado, na pessoa do papa, como “homem do pecado”
que se arroga o direito de supremacia “contra tudo o que se chama Deus” ou
revela o nome de Deus, “se adora” e se assenta “no templo de Deus”, a igreja,
“querendo parecer Deus” (II Tess.2:3-4). Deste modo, pretende o papado destronar
a Deus e ser olhado por toda a igreja como autoridade em lugar de Deus e acima
de Deus, pois revela o apóstolo que se exalta “contra tudo o que se chama Deus”.
Quando um poder pretende ter derrubado outro poder, trata imediatamente de
modificar a lei daquele a quem destronou, por meio da qual ele exercia a sua
autoridade. Estabelece então uma outra lei ou Constituição que revele a sua
autoridade como novo soberano vencedor. E foi precisamente isto que o papado
procurou realizar para exaltar-se a si mesmo acima de Deus, como usurpador dos
direitos de Deus.
Referindo-se às suas pretensões, o profeta Daniel menciona três coisas que o
papado faria ao colocar-se acima de Deus:
1) “Proferirá palavras contra o Altíssimo”.
2) “Destruirá os santos do Altíssimo”.
3) “Cuidará em mudar os tempos e a lei” (Dan.7:25).
Analise a lógica profética sobre um poder usurpador:
1) Fala contra o poder que derrubou.
2) Persegue e elimina os súditos do poder derrubado, se não simpatizarem com a
nova ordem.
3) Muda a lei ou a Constituição do poder vencido. E não foi nada mais do que
isto que o papado fez em relação a Deus.
Dos três pontos, porém, o que a profecia mais destaca é o que trata da lei em
que é dito que o papado – cuidará em mudar os tempos e a lei. A lei que o papado
cuidaria em mudar não pode ser outra senão a lei de Deus. Pois jamais poderia
ele exercer o despotismo religioso e colocar-se acima de Deus a menos que
alterasse a lei divina, afastando dela a autoridade de Deus. Enquanto Daniel
profetizara que o papado cuidaria em mudar a lei de Deus, nós hoje vemos a
profecia cumprida.
Assim, têm o cristianismo duas leis – a lei original, escrita pelo dedo do
Criador e a lei adulterada pelo papado. A lei de Deus, que é a expressão do Seu
próprio caráter, requer a obediência de Seus fiéis seguidores. A lei papal, que
emana de Roma, exige fidelidade à vontade do papa. Ambos, o Deus do Céu e o deus
de Roma exigem obediência às suas leis. A lei a que os homens obedecem revela o
Deus que eles adoram e servem.
Para que Deus não continuasse mais a reinar na Terra e sim o papado, era
imprescindível que este poder afastasse da lei de Deus o preceito que expressa a
Sua suprema autoridade e o substituísse por outro que revelasse, na lei, a
suprema autoridade papal.
Na lei de Deus, o preceito que expressa a Sua autoridade como legislador e
soberano nos Céus e na Terra, é o quarto mandamento. Inquestionavelmente, o
quarto mandamento, ordenando a santificação do sábado do sétimo dia, contém, por
suas próprias expressões, a assinatura de Deus como legislador do Decálogo.
Todo homem que acata o Sábado como dia de repouso divino e o observa conforme a
ordenança do quarto mandamento, homenageia a Deus como Criador e O reverencia
como seu Deus a quem unicamente adora e serve na Terra.
Para que o papado pudesse colocar-se acima de Deus e o seu pontífice pretendesse
ser deus na Terra, é evidente que deveria abolir especialmente o quarto
mandamento que ordena a santificação do sábado do sétimo dia e apresenta a Deus
como Criador, e substituí-lo por um outro dia de repouso semanal que designasse,
não mais ao Criador como legislador da lei e supremo Deus nos Céus e na Terra,
mas sim ao papa ou ao papado como “deus deste mundo” ou substituto de Deus
entronizado em Roma.
E, posto que a Bíblia chamada católica, a Vulgata, conserve intacto o quarto
mandamento ordenando o repouso do sétimo dia, temos nos catecismos autorizados
da Igreja católica uma lei, neles denominada de lei de Deus, em que o dia do
repouso semanal original não é mais apresentado como dia de repouso.
O primeiro dia da semana é definido nos catecismos como dia de repouso
substituto do sábado do sétimo dia. E, esta mudança do dia de repouso, é
expressamente confessada por autoridades católicas como obra real do papado em
evidência de sua autoridade.
Na transferência do repouso semanal do Sábado do sétimo dia para o primeiro dia
da semana, o papado não fez nada mais nem menos do que substituir o sinal da
autoridade suprema de Deus pelo sinal de sua própria autoridade como um falso
deus sobre a Terra. Daí o domingo, na lei modificada do catecismo católico, ser
o sinal do papado e como tal o “sinal da besta”.
Ao ser alterada a Constituição Norte-Americana e o protestantismo apostatado
tornar-se religião oficial do Estado, então a igreja obrigará o Estado a impor
pela lei o “sinal da besta”, papado, isto é, a observância obrigatória do
domingo.
Perceba que o movimento do protestantismo norte-americano visa o mundo inteiro.
Nisso, vemos o cumprimento da profecia, pois reza ela que a besta de dois
chifres induzirá a “todos os que habitam sobre a Terra” a fazer uma “imagem à
besta” pela exaltação do seu sinal.
Para a “imagem da besta”, será indiferente estar o sinal na mão direita ou na
testa; o que lhe importa é que todos ostentem a marca da apostasia papal.
A mão direita é a mão da ação e a grande massa da nação submeter-se-á à
imposição do repouso obrigatório do domingo, simplesmente por consideração de
comodidade ou conveniência pessoal, sem com isso reconhecer nenhum fundamento
religioso, mas dando, deste modo, indiretamente, o seu apoio a uma instituição
religiosa e aceitando implicitamente a autoridade da besta imposta por sua
imagem. Estes receberão o sinal na sua mão direita com a qual, indiretamente,
apóiam as pretensões da besta e sua imagem.
A outra classe será constituída pelos que espontaneamente se hão de submeter às
suas imposições, mas pelo coração e pelo entendimento, crendo estar servindo e
apoiando uma causa justa. Estes estarão identificados com a doutrina e por ela
com o caráter da besta, tanto pelo coração como pela inteligência, e terão o
sinal em suas testas.
Portanto, por convicção ou não, todos serão obrigados, pelo protestantismo e
Estado irmanados, a receberem o “sinal da besta”. Quando tudo isto suceder em
breve, na América Protestante, agora livre, ficará assentado com toda a
evidência que o ponto característico especial da besta e de sua imagem é a
violação dos mandamentos de Deus.
Os protestantes estão abrindo a porta para o papado, a fim de readquirir na
América protestante a supremacia que perdeu no Velho Mundo.
Os cristãos das gerações passadas observaram o domingo, supondo que em assim
fazendo estavam a guardar o sábado bíblico; e, hoje, existem verdadeiros
cristãos em todas as igrejas, que crêem sinceramente ser o domingo o dia de
repouso divinamente instituído. Deus aceita a sinceridade de propósito de tais
pessoas e sua integridade.
A Imposição da Marca da Besta
Quando, porém, a observância do domingo for imposta por lei, e o mundo for
esclarecido relativamente à obrigação do verdadeiro sábado, quem então
transgredir o mandamento de Deus para obedecer a um preceito que não tem maior
autoridade que a de Roma, honrará desta maneira ao papado mais do que a Deus.
Prestará homenagem a Roma e ao poder que impõe a instituição que Roma ordenou.
Adorará à besta e à sua imagem.
Ao rejeitarem os homens a instituição que Deus declarou ser o sinal de Sua
autoridade, e honrarem em seu lugar a que Roma escolheu como sinal de sua
supremacia, aceitarão, de fato, o sinal de fidelidade para com Roma – “o sinal
da besta”. E somente depois que esta situação estiver plenamente exposta perante
o povo, e este seja levado a optar entre os mandamentos de Deus e os dos homens,
é que, então, aqueles que continuam a transgredir hão de receber “o sinal da
besta”.
Mas ninguém deverá sofrer a ira de Deus antes que a verdade se tenha apresentado
à consciência, e haja sido rejeitada. Há muitos que nunca tiveram oportunidade
de ouvir as verdades especiais para este tempo. A obrigatoriedade do quarto
mandamento nunca lhes foi apresentada em sua verdadeira luz.
Aquele que lê todos os corações e prova todos os intuitos, não deixará que
pessoa alguma que deseje o conhecimento da verdade seja enganada quanto ao
desfecho da controvérsia. O decreto não será imposto ao povo cegamente. Cada
qual receberá luz bastante para tomar inteligentemente a sua decisão.
Temos assim que “o sinal da besta” e o sinal de Deus só serão impostos, quando o
mundo for logo esclarecido de toda esta questão, como se acha predito em
Apocalipse 18:1-4.
Apocalipse 13:18 – “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o
número da besta, pois é o número de um homem. O seu número é seiscentos e
sessenta e seis”.
O versículo anterior diz que a “besta” tem um nome e que seu nome encerra um
número. Para encontrarmos o seu número é imprescindível sabermos antecipadamente
o seu nome. Sendo a “besta” um poder, é evidente que o seu nome deve ser um
título representativo do seu poder empregado pelo homem que a representa.
Quer dizer ainda que esse homem e a “besta” que ele representa, pertencem a uma
nacionalidade cujo sistema numeral é exemplificado em letras do seu próprio
idioma (algarismos romanos). É assim que o número do seu nome é encontrado nas
letras do seu nome.
O homem, cujo nome revela o título do papado, é o seu representante pessoal – o
papa. Há muitos nomes e títulos arrogados pelo papa, mas o mais significativo
deles é “Vicarivs Filii Dei”, que significa “Substituto do Filho de Deus”. Este
é o nome que se lê na tiara do papa.
O número do seu nome:
V I C A R I V S F I L I I D E I
5 1 100 0 0 1 5 0 0 1 50 1 1 500 0 1 = 112 + 53 + 501 = 666
A profecia diz que o “número da besta” é o “número de um homem”, o que revela
que o poder papal não é divino ou de instituição divina, como ele pretende que
seja, mas exclusivamente humano. O capítulo 13 de Apocalipse revela o poder e
peculiaridades distintas do poder perseguidor. No próximo estudo, vamos conhecer
as características daqueles que serão perseguidos; ou seja, os verdadeiros
adoradores de Deus.
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