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Publicado em: 2/4/2008
Capítulo 12 de Apocalipse
O Grande Conflito
Apocalipse 12 revela por meio de símbolos o grande conflito dos séculos travado
entre as forças do bem e as do mal, entre a luz e as trevas, entre a verdade e o
erro.
Seu simbolismo claro lembra, em primeiro lugar, a origem do mal para, depois,
tratar da oposição cerrada à igreja de Cristo. O capítulo deixa muito claro que,
na era cristã, os verdadeiros seguidores de Cristo não pertencem à igreja
dominante, aliada aos poderes políticos da Terra; é um povo perseguido, fiel aos
10 Mandamentos de Deus e ao Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.
Segundo a ordem estabelecida na visão, a Igreja é apresentada num glorioso
símbolo, revelando sua pureza, divina justiça e seu fundamento profético. O
grande adversário da igreja segue-a numa guerra aberta contra ela, para, se
possível, destruí-la.
Usando os poderes apóstatas da era cristã, procura oprimir a igreja numa guerra
sem tréguas, derramando-lhe rios de sangue, porém, sem conseguir fazê-la
desaparecer do mundo.
No fim do capítulo, são apresentadas as duas principais características que
revelam a verdadeira igreja cristã. São elas: a fidelidade aos 10 Mandamentos de
Deus e ao Testemunho de Jesus Cristo.
Apocalipse 1:1 – “Viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol,
tendo a lua debaixo dos pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça”.
Mulher em profecia representa igreja. A igreja de Deus, pura, verdadeira, é
representada por uma mulher virtuosa. Jer.6:2; Isa.54:5-6; Oséias 2:19-20; João
3:29; II Cor.11:2; Apoc.19:7-8. A igreja apóstata, corrupta, é representada por
uma mulher de má conduta (prostituta). Apoc.17:5; Jer.3:1, 8; Eze.16:26-29;
Isa.50:1.
A verdadeira igreja de Cristo tem estado sempre vestida com o “Sol da Justiça”
(Mal.4:2); Cristo é também “a Luz do mundo” (João 8:12; 9:5).
A Lua não tem luz própria; ela é simples refletora da luz solar. Assim é também
com a igreja. Não temos luz de nós mesmos, mas apenas refletimos a glória de
Cristo, “o Sol da Justiça”. Isto foi revelado de modo claro no antigo santuário
hebreu, cujo cerimonial era apenas “sombra dos bens futuros” (Heb.10:1).
A igreja é aqui representada como estando em pé sobre a Lua, não como menosprezo
ao Velho Testamento, a Moisés e aos profetas, mas tendo-os como fundamento. O
significado aqui é que a igreja foi estabelecida sobre a Palavra de Deus.
A coroa é símbolo de realeza. A igreja é chamada de “sacerdócio real” (I Pe.2:9).
Doze é o número do reino de Deus. Havia doze tribos na igreja do Velho
Testamento e doze é o número de apóstolos da igreja do Novo Testamento. Há doze
fundamentos na Nova Jerusalém, e são doze as portas de entrada para a cidade.
Haverá também doze tronos na igreja triunfante (Mat.19:27-28; Luc.22:28-30).
Apocalipse 12:2 – “Ela estava grávida e gritava com as dores de parto, sofrendo
tormentos para dar à luz”.
Durante 4000 anos a Igreja desejou ver e ouvir o Messias, que era a ânsia da
mulher por dar à luz. “Bem-aventurados”, disse Jesus, foram os discípulos que O
viram e ouviram. “Mas vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou o Seu Filho”
(Gal.4:4).
O Inimigo de Deus é Desmascarado
Apocalipse 12:3 – “Viu-se também outro sinal no céu: um grande dragão vermelho,
que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas.”
Apocalipse 12:4 – “A sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu,
e lançou-as sobre a terra. O dragão parou diante da mulher que estava prestes a
dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe devorasse o filho.”
O dragão é o diabo, Satanás (Apoc.12:9). Mas, em seus ataques ao povo de Deus,
ele tem sempre operado por intermédio de perseguidores terrenos, como o antigo
Egito e Roma pagã, ambos representados nas Escrituras por este mesmo símbolo (Eze.29:2-4).
Entre o dragão de Apocalipse 12 e o quarto animal de Daniel 7, há perfeita
identificação. Ambos são terríveis e espantosos; ambos possuem 10 chifres, ambos
estão ligados à história da igreja cristã.
O quarto animal, segundo a profecia, é o quarto reino da Terra que, sem dúvida,
é Roma pagã. Conseqüentemente, o dragão vermelho é Roma Pagã. O quarto animal,
assim como o dragão vermelho representam o mesmo poder: Satanás com a “toga
romana”.
As sete cabeças representam o Império Romano e os dez chifres indicam a divisão
nos reinos que constituiriam a Europa moderna. Vemos os dez chifres do quarto
animal nas sete cabeças do dragão vermelho, o que comprova que o dragão e o
quarto animal simbolizam o Império Romano que se dividiria em dez partes.
Parte da força do dragão está em sua cauda, que representa a astuta maneira com
que enganou a terça parte dos anjos, ou seja, a cauda do dragão representa a
mentira e os enganos de Satanás.
Conhecedor profundo das profecias messiânicas, Satanás vigiou o tempo do
nascimento de Jesus, na esperança de tragá-Lo ao nascer. Que o Filho da mulher é
Cristo não há dúvida já que Ele foi arrebatado para Deus e Seu trono (Apoc.12:5).
Servindo-se de Herodes, como agente humano, Satanás intentou matar todos os
meninos de dois anos para baixo, nascidos em Belém, para eliminar a Jesus entre
eles. Os soldados batiam nas portas, invadiam as casas, arrancavam bebês dos
braços de suas mães e os matavam a sangue frio diante dos olhos de seus pais.
Cerca de seiscentos anos antes, o profeta Jeremias havia profetizado: “Ouviu-se
um clamor em Ramá, pranto e grande lamento: era Raquel chorando por seus filhos
e inconsolável por causa deles, porque já não existem” (Jer.31:15). Mas Deus não
havia esquecido o Seu Filho unigênito. Homens sábios do Oriente levaram-Lhe
presentes e, com o dinheiro, José viajou para o Egito com o menino Jesus.
Apocalipse 12:5 – “Ela deu à luz um filho, um varão que há de reger todas as
nações com vara de ferro. E o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu
trono”.
Ele Se levantou para nossa justificação e, como Rei da justiça, ministra agora
por nós diante do trono da graça (Heb.4:14; 8:1; 10:12). Quem ousa qualquer
acusação contra os eleitos de Deus? Sendo justificados em Cristo, nada pode
agora separar-nos do amor de Deus que está em Cristo Jesus (Rom.8:33-34).
Apocalipse12:6 – “A mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado
por Deus para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.”
Frustrado ao tentar matar o Filho, o grande dragão vermelho volta o seu ódio
contra a mãe. Ao ver-se vencido mais uma vez por Cristo e compreendendo que a
morte do Filho de Deus assegurara a sua futura destruição no tempo certo,
Satanás enfureceu-se sobremaneira e procurou vingar-se na mulher, a igreja.
Mas a mulher escapa para o deserto, um lugar preparado por Deus, onde seria
alimentada por 1260 dias (anos). A mulher teve que fugir das vistas dos agentes
do dragão para um esconderijo seguro provido por Deus, para que ela pudesse
subsistir, tal a ira de Satanás.
O deserto nos faz lembrar do Israel do Antigo Testamento, quando ele escapou do
Egito. Os israelitas ficaram no deserto por 40 anos, sendo alimentados
fisicamente com o maná (Êxodo 16) e espiritualmente pelos Dez Mandamentos e os
ensinamentos de Moisés.
A idade escura durou de 538 até 1798. Durante esse período, existiu uma grande
igreja mostrando sua autoridade, representada pelas catedrais. Não foi essa a
Igreja que fugiu para o deserto, escondendo-se em cavernas e montanhas.
Escondidos nas cavernas das montanhas, os verdadeiros crentes podiam adorar a
Deus de acordo com os ditames de sua consciência.
Vislumbres da Origem do Mal
Apocalipse 12:7 – “E houve guerra no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam
contra o dragão. E o dragão e os seus anjos batalhavam”,
Apocalipse 12:8 – “mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos
céus”.
Apocalipse 12:9 – “E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se
chama diabo e Satanás, que engana a todo o mundo. Ele foi precipitado na terra,
e os seus anjos foram lançados com ele”.
A guerra no céu não começou no fim dos 1260 dias, ou no tempo em que Jesus
ascendeu ao Céu. Temos um parêntese aqui. O Antigo Testamento mostra que uma
guerra começou há muito tempo (Eze.18:12-17; Isa.14:12-14). Jesus mesmo disse:
“Eu via Satanás caindo do céu como um relâmpago” (Luc.10:18).
Há entre os homens algumas hipóteses incorretas sobre a origem do mal. Alguns
dizem que os homens criaram o mal. Mas, embora seja certo que eles praticam o
mal, é também certo que eles não nasceram maus. Eles aprenderam com alguém a
praticar o mal mesmo antes de terem consciência dele. Outros, mais ousados,
dizem que foi Deus quem criou o mal.
Outros afirmam que todos trazem a sua sina e o seu destino traçado por Deus e
até mesmo a hora da morte. A isto perguntamos: Criou Deus homens para serem
ladrões, assassinos, orgulhosos, imorais, etc.? Criou Deus Seus filhos para
sofrer e depois matá-los sob as rodas de um trem, num dia que determinou para
assim dar fim deles? Se Deus fizesse isso, Ele nunca seria Deus.
Os que O acusam disso, deveriam pensar seriamente na responsabilidade que estão
assumindo nesta decisão. Deus não é o autor do mal. Ele é o autor do bem. Aquele
que deu o Seu próprio Filho para salvar a humanidade de perecer não pode ser
considerado autor do mal. No entanto, é certo que o mal existe e os homens
aprenderam a praticá-lo. E com quem aprenderam?
O caráter do mal prova que ele é instigado. Na pista de aeromodelismo, o avião
sem piloto porventura voa por si só? Não, alguém o comanda por controle remoto.
Assim é o mal. Ele não é natural no homem. O homem não foi criado com ele nem
para ele.
Como no exemplo do avião, há alguém que está por trás da maldade, inspirando-a.
Se o homem pode dirigir um avião sem tocá-lo com suas mãos, alguém pode
dirigi-lo na prática do mal sem lhe pôr as mãos. Daí o homem executar o mal por
alguém inteligente que, às ocultas, o induz a agir.
A guerra não começou na Terra, mas no Céu. O pecado é um mistério. Ele não se
originou na Terra, mas começou no Céu, quando Lúcifer instigou a rebelião entre
os anjos. Como dirigente da hoste celestial, ele desafiou a soberania de Deus
(Isa.14:12-15).
Ele era “cheio de formosura”, perfeito no caráter, “até que se achou iniqüidade”
nele (Eze.28:12-15). Embora fosse o mais honrado de toda a hoste angélica, ele
teve inveja do Criador e, cobiçando-Lhe o trono, começou a semear a discórdia
entre os anjos, provocando assim rebelião.
Apocalipse 12:10 – “Então ouvi uma grande voz no Céu, que dizia: Agora é chegada
a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo. Pois já
o acusador de nossos irmãos foi lançado fora, o qual diante do nosso Deus os
acusava de dia e de noite.”
Apocalipse 12:11 – “Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do
seu testemunho; não amaram as suas vidas até a morte”.
Apocalipse 12:12 – “Pelo que alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Ai
dos que habitam na terra e no mar, porque o diabo desceu a vós, e tem grande
ira, sabendo que pouco tempo lhe resta.”
Estes versículos cumpriram-se inteiramente na crucificação de Jesus. Quando
Jesus foi morto na cruz, Satanás viu que estava desmascarado. Sua administração
foi exposta perante os anjos não caídos e o universo celestial. Revelara-se um
homicida. Derramando o sangue do Filho de Deus, Satanás perdeu a simpatia dos
seres celestiais.
Até a morte de Cristo, Satanás ainda ia às vezes ao Céu. Como vimos acima, sua
intenção era acusar os filhos de Deus que haviam aceitado a salvação em Jesus.
Aos anjos ali no Céu, Satanás acusou Abraão, Jacó, Jó, Moisés e o povo de Deus
em geral. A morte de Cristo, porém, fechou para ele o Céu e ali não pode mais
entrar para acusar os servos de Deus.
Os que habitavam no Céu se alegraram ao ali não ser mais permitido o acesso de
Satanás. Não veriam mais o indesejável pisar os átrios sagrados, para depor
contra aqueles pelos quais o Filho de Deus dera Sua vida na cruz. A justiça de
Deus no trato com o rebelde tinha sido reconhecida.
Mas, “ai dos que habitam na terra e no mar, porque o diabo desceu a vós, e tem
grande ira”. A ira de Satanás contra os habitantes da Terra é uma vingança
contra o Filho de Deus.
Apocalipse 12:13 – “Quando o dragão se viu lançado na terra, perseguiu a mulher
que dera à luz o filho varão”.
Apocalipse 12:14 – “E foram dadas à mulher as duas asas da grande águia, para
que voasse até o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e
tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente”.
Satanás Persegue o Remanescente Fiel
Desesperado por não poder vencer a Jesus na Terra e também por não ter mais
acesso ao Céu, Satanás procura então se vingar na Igreja. Imediatamente, iniciou
uma terrível perseguição contra a Igreja que estava em Jerusalém, empregando
para tanto o próprio povo judeu e o famigerado rei Herodes Antipas. Depois, os
imperadores romanos.
Em seguida, após usar Roma-pagã contra a igreja, Satanás usou Roma-papal.
Durante mais de 12 séculos a mulher permaneceu escondida no deserto.
Apocalipse 12:15 – “Então a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água
como um rio, a fim de fazer com que ela fosse arrebatada pela corrente”.
Água em profecia representa povo (Apoc.17:15). Durante a supremacia papal,
diferentes povos foram usados no esforço de destruir o fiel e verdadeiro povo de
Deus. As páginas da História estão manchadas com o sangue de amargas
perseguições e impiedosos massacres. Mas tudo foi em vão; ao contrário, “o
sangue dos mártires é semente da igreja”.
O céu se rejubila na vitória dos santos sobre o poder do dragão. “Eles o
venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho” (Apoc.12:11).
Mas o profeta observa que outra tentativa, e mais sutil, é feita para destruir a
igreja. O inimigo lança de sua boca um dilúvio para arrastar a mulher.
Com efeito, um dilúvio de falsos professores, saturados de evolucionismo e
filosofias humanas, tem-se levantado para opor-se à verdade de Deus. Isto tem
sido assim especialmente desde o fim dos 1260 anos.
A água vinha da boca da serpente. O que ele não logrou por meio de exércitos e
das perseguições, busca alcançar por meio de um exército de falsos educadores.
Propaganda mentirosa e a “falsamente chamada ciência” (I Tim.6:20) alcançará o
seu clímax na batalha final contra a verdade.
Apoc.12:16 – “Mas a terra ajudou a mulher, abrindo a sua boca e engolindo o rio
que o dragão lançara de sua boca.”
A terra socorreu a mulher – Se as águas representam densa população, a terra
seria bem o oposto. Áreas relativamente desabitadas foram descobertas, onde os
cristãos encontravam alívio da perseguição. Eles fugiram para os vales
montanhosos dos Alpes e para a América do Norte.
A terra abriu a sua boca – Foi pela boca da serpente que as mentiras originais
foram pronunciadas e, desde então, uma catarata de doutrinas falsas vem saindo
da boca da serpente. Mas a terra engoliu muitas dessas águas através do estudo
de arqueólogos e geólogos.
Arqueólogos forneceram evidências, vindas da terra, que ajudam a estabelecer a
precisão histórica da Bíblia. A geologia fornece evidências, como a ausência de
fósseis-chaves, a presença de inconformidades e a intensa complexidade mesmo das
mais simples formas de vida, que ajudam a expor a falácia do evolucionismo.
Apoc.12:17 – “Então o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao
restante de sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o
testemunho de Jesus.”
Apoc.12:18 – “E o dragão parou sobre a areia do mar.”
A obediência é o teste. O inimigo está irado com aqueles que ainda obedecem a
Deus. Milhões de cristãos têm sofrido como resultado de sua obediência. Se você
obedece a Deus, Satanás atacará de todos os lados.
Há uma semelhança de linguagem entre este verso e o de Gênesis 3:15: “Porei
inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente.
Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”. A promessa de Deus
implicava hostilidade entre a mulher e Satanás, entre a semente da mulher e a
semente de Satanás.
A descendência da serpente significa que Satanás teria “filhos” que agiriam como
ele. A mulher teria filhos também e Deus prometeu ajudar àqueles que desejassem
resistir aos filhos do diabo.
A igreja de Cristo do tempo do fim é considerada um “resto”, evidência de que
não seria uma grande corporação, mas seria constituída de poucos membros em
relação ao número de adeptos de igrejas anticristãs.
Aqueles “que guardam os mandamentos de Deus e mantêm o testemunho de Jesus”
sentirão a ira do dragão. Observando estas duas características há um povo que
se manterá fiel até o fim dos tempos. A Lei de Deus e o Testemunho de Jesus não
podem divorciar-se. A verdadeira Igreja de Deus deve apresentar essas duas
características apontadas na profecia.
Deus está chamando pessoas que queiram mostrar de que lado estão. Nossa decisão
determinará se somos parte da descendência da mulher ou da descendência da
serpente. – Texto da Jornalista Graciela Érika Rodrigues, inspirado na palestra
do Dr. Mauro Braga, S. Paulo.
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