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Publicado em: 27/3/2008
Capítulo 9 de Apocalipse
Árabes e Turcos cumprem as profecias
No capítulo anterior acompanhamos a queda de Roma-Ocidental pelos acontecimentos
ligados às quatro primeiras trombetas. Agora, no nono, apreciaremos a queda de
Roma-Oriental ou do que ainda restava daquela dominação. Há muitas informações
históricas neste contexto e é preciso seguir a linha do tempo para compreender
as revelações que virão nos próximos capítulos.
Vamos entender que as profecias da quinta e sexta trombetas são comprovadamente
cumpridas pelos Árabes e Turcos. Três principais fatores comprovam, sem
contestação, que estes povos cumpriram, sem saber, os juízos de Deus descritos
nas duas trombetas.
São eles:
1) Os símbolos nelas contidos que somente a estes povos podem ser aplicados;
2) o testemunho histórico que não deixa quaisquer dúvidas de que o islamismo,
através destas duas nações, cumpriu precisamente a profecia;
3) a apresentação profético-matemática referente ao tempo de supremacia destes
dois poderes maometanos.
Os árabes enfraqueceriam o império romano, causando dano a todos quantos
recusassem reconhecer o profeta da Arábia e seus ensinos. Os turcos, porém,
atormentariam e matariam “a terça parte dos homens” numa investida de conquista
do poder dos bizantinos infiéis ao Islã.
Mas, a parte mais gloriosa desta profecia, reside no fato de que, ao tempo dos
terríveis sucessos destas duas trombetas, haveria um povo com o “sinal de Deus”
“nas suas testas”, pelo que, segundo a revelação, seria protegido pela
providência.
Apoc. 9:1 – “O quinto anjo tocou a sua trombeta, e vi uma estrela que do céu
caiu na terra. Foi-lhe dada a chave do poço do abismo.”
Na seqüência das sete trombetas encontramos duas estrelas que caem. A primeira,
Átila, como vimos no toque da terceira trombeta, caiu sobre a região dos rios e
fontes do império do Ocidente. Mas, esta outra estrela que nos é apresentada na
quinta trombeta, caiu na “terra”, o que indica que as conseqüências de sua queda
teriam uma extensão mundial.
A quinta e a sexta trombetas apontam para o poder maometano. Por isso,
indubitavelmente essa estrela representa o fundador do islamismo ou maometismo:
Maomé.
Este líder nasceu no ano 570. Casou-se 15 vezes e teve 11 concubinas. O fundador
islamita afirmava ter recebido a visita do anjo Gabriel, para lhe comunicar a
elevada missão para a qual fora escolhido como profeta. Maomé tornou-se chefe
político e espiritual da Arábia.
O “poço do abismo” é a descrição do Deserto da Arábia, um lugar de morte. Maomé
recebera de seus concidadãos a “chave” da autoridade para exercer o seu poder
num caos, ou num ambiente caótico que era a Arábia dos seus dias.
O estado em que se encontrava o seu país, ao impor-se como profeta, era
realmente lamentável. Não havia governo central. Numerosas tribos com governos
próprios, independentes, formavam a nação.
A Arábia com a sua corrupção religiosa oriunda de vários cultos, principalmente,
a idolatria, era, sem dúvida alguma, “o poço do abismo”, cuja “chave” autoridade
foi entregue a Maomé, nos dias em que ele se ergueu ali como pretenso profeta de
Allah.
Apoc. 9:2 – “E abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço, como a fumaça de
uma grande fornalha, e com a fumaça do poço escureceram-se o sol e o ar.”
Maomé se tornou ditador político e religioso, seguido e adorado por um país
inteiro, levando seus súditos ao fanatismo a ponto de matar ou morrer. Este
“fumo” mortífero é a religião maometana que emanou da Arábia. Um “fumo” que
escureceu o “sol” da justiça de Cristo e o “ar” do evangelho, pois o ar é um
elemento vital para manutenção da vida.
Os principais ensinos do Alcorão
Nega a divindade do Filho de Deus e coloca Maomé acima dEle;
Nega a morte expiatória de Cristo e a obra regeneradora do Espírito Santo;
Não encara o pecado como tal e a necessidade de perdão como indispensável;
Nega, enfim, todo o plano da salvação como revelado no Evangelho de Cristo.
Além de ser constituído de preceitos religiosos que contrariam as Sagradas
Escrituras, o livro contém “evocações e promessas do mais requintado
sensualismo”, “e da poligamia”.
Na verdade a Arábia foi o “poço” que Maomé abriu e donde emanou sobre o mundo
cristão o “fumo” de uma doutrina imoral inventada, como se fora uma revelação
destinada a substituir todos os credos, inclusive o cristianismo.
Maomé morreu em 8 de Junho de 632, aos 63 anos de idade. Quando morreu, quase
todos na Arábia eram seguidores de sua religião. Visitar o sepulcro de Maomé é
um dos deveres capitais do islamismo. Através dos séculos, seus seguidores o
reverenciam e o adoram no seu túmulo como se fora em realidade profeta de Allah.
A Propagação do Islamismo
Apoc. 9:3 – “E da fumaça saíram gafanhotos sobre a terra, e foi-lhes dado poder,
como o que têm os escorpiões da terra.”
As doutrinas do islamismo se espalharam pelo Oriente Médio, que havia sido
anteriormente cristão. Jamais o mundo viu um império e uma religião alcançar em
tão pouco tempo um espaço territorial tão imenso.
Pela rapidez com que agiam, os árabes foram comparados a espessas nuvens de
gafanhotos invadindo o Oriente e o Ocidente, na tentativa de propagar pelo mundo
inteiro a religião muçulmana.
Pelo sofrimento que causa a ferroada do escorpião, ele simboliza o flagelo.
Enquanto os árabes invadiam as nações como enxames de gafanhotos, injetavam,
como escorpiões, a doutrina islâmica. Reduzidos economicamente à condição de
miséria, despojados de seus bens pelos gafanhotos-escorpiões, os povos
submetidos eram picados pela religião.
Apoc. 9:4 – “Foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a verdura
alguma, nem a árvore alguma, mas somente aos homens que não têm nas suas testas
o selo de Deus.”
As conquistas maometanas duraram até dois séculos depois da queda de
Constantinopla em 1453. Portanto, desde o sétimo até ao décimo sétimo século,
havia um povo que, segundo a revelação, tinha “nas suas testas o sinal de Deus”,
ou o “selo de Deus”.
Na explanação do capítulo sete ficou demonstrado que o selo de Deus é o santo
Sábado do quarto mandamento da lei de Deus. A profecia destaca a proteção de
Deus em favor dos que tinham o Seu sinal “nas suas testas”, isto é, os que
observavam o repouso do Sábado.
A ênfase desta profecia, contudo, está no fato de que os muçulmanos deveriam
dirigir-se a uma classe de pessoas que não tinham “nas suas testas o selo de
Deus”. Enquanto esses sofreriam com os ataques dos exércitos do Islã, aqueles
seriam protegidos miraculosamente.
Apoc. 9:5 – “Foi-lhes permitido, não que os matassem, mas que por cinco meses os
atormentassem. E o seu tormento era semelhante ao tormento do escorpião, quando
fere o homem.”
Apoc. 9:6 – “Naqueles dias os homens buscarão a morte e não a acharão; desejarão
morrer, mas a morte fugirá deles.”
Ainda que os muçulmanos atacassem constantemente Constantinopla, não conseguiram
tomá-la, que era o seu objetivo principal. Entretanto, as constantes investidas
dos gafanhotos-escorpiões causavam muito dano e tormento, conforme profetizado.
Apoc. 9:7 – “A aparência dos gafanhotos era semelhante à de cavalos aparelhados
para a guerra. Sobre as suas cabeças havia como que umas coroas semelhantes ao
ouro, e os seus rostos eram como rostos de homem.”
Apoc. 9:8 – “Tinham cabelos como cabelos de mulheres, e os seus dentes eram como
os de leões.”
A Bíblia revela uma descrição precisa do povo que cumpriria a profecia. “Seus
rostos eram como rostos de homens” (os árabes usavam barba). “Tinham os cabelos
como cabelos de mulher” (seus cabelos eram longos).
“Possuíam coroas de ouro” (esses guerreiros usavam turbantes amarelos ou
adereços dourados). “Seus dentes eram como dentes de leão” (eles eram destemidos
lutadores e eram movidos pela força irresistível do fanatismo religioso).
Apoc. 9:9 – “Tinham couraças como couraças de ferro, e o ruído das suas asas era
como o ruído de carros de muitos cavalos que correm ao combate.”
Segundo o Alcorão, um dos dons divinos aos árabes são as couraças. Feitas de
ferro e aço foram difundidas pelos árabes por todo o mundo para propagar a nova
religião.
Ao avançarem compactos como as ondas de gafanhotos, usavam as couraças para
imitar o ruído das suas asas, semelhante ao barulho de carros puxados por muitos
cavalos. O detalhe é tão fiel que parece até que os guerreiros árabes tinham
conhecimento da profecia.
Apoc. 9:10 – “Tinham caudas e aguilhões semelhantes às dos escorpiões,e nas suas
caudas tinham poder para danificar os homens por cinco meses.”
Cinco meses – 5 meses x 30 dias = 150 dias proféticos = 150 anos
Nesta parte da História foram os turcos otomanos, que se tornaram adeptos do
islamismo. cumpriram essa parte da profecia, relativa ao período de tormento de
150 anos imposto ao governo civil do Império do Oriente. Os turcos arrebentaram
a supremacia árabe ao aportarem na Ásia Ocidental.
Início: 27 de Julho de 1299 – Na Batalha de Bafeu, os otomanos invadiram o
território do Império do Oriente.
Término: 27 de Julho de 1449 – O último imperador grego, Constantino XII, tomou
o trono com a permissão do sultão do Império Otomano.
Apoc. 9:11 – “Tinham sobre si como rei o anjo do abismo, cujo nome em hebraico é
Abadom, e em grego, Apoliom.”
O termo “anjo”, do grego “aggelos”, é a aplicação não só para designar um anjo
real, como também a pessoa com missão religiosa especial. Deste modo, o “anjo do
poço do abismo”, chamado também de “rei” do maometismo, é, sem nenhuma dúvida, o
próprio Maomet, fundador do islamismo.
“Abadon” e “Apoliom”, do hebraico e grego, cujo significado é “destruidor”, é
aplicado aqui a Maomé. Embora tenha inspirado a chamada “guerra santa”, cuja
característica principal era a destruição, na verdade, o maior poder destrutivo
deste anjo dos maometanos, são os seus ensinos contidos no Alcorão, que encobrem
o evangelho de Cristo aos povos árabes e aos demais povos que aceitaram o
islamismo.
O Domínio Turco
Apoc. 9:12 – “Passado é já um ai; depois disso vêm ainda dos ais.”
A palavra “ai”, quando utilizada na Bíblia, indica sofrimento. Desse modo, “três
ais” significam muito sofrimento.
Apoc. 9:13 – “O sexto anjo tocou a sua trombeta, e ouvi uma voz que vinha das
quatro pontas do altar de ouro, que estava diante de Deus,”
Apoc. 9:14 – “a qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: Solta os quatro
anjos que estão presos junto ao grande rio Eufrates.”
Apoc. 9:15 – “E foram soltos os quatro anjos que estavam preparados para aquela
hora, e dia, e mês, e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens.”
O altar aqui é o mesmo altar do incenso referido em Apoc. 8:3. Esta voz só pode
ser de Quem oficiava junto ao altar de ouro ou do incenso, que é Cristo. Antes
do toque da primeira trombeta, Ele aparece junto ao altar do incenso; e, antes
do toque da sexta trombeta, Ele ali ainda está oficiando em favor das orações do
Seu povo.
Ao invadirem a Ásia Ocidental, os turcos fundaram quatro sultanatos nas
imediações do rio Eufrates: (1) Bagdad, em 1055; (2) Icônio, em 1064; (3)
Damasco e (4) Alepo, ambos em 1079. São estes os anjos que deveriam ser soltos
no momento do toque da sexta trombeta.
Com a união destes quatro sultanatos, todo o povo turco estava agora unido numa
só dinastia – a otomana – e posteriormente num só sultanato, o de
Constantinopla.
De acordo com o versículo 15, o poder da Turquia, como nação real, iniciou sua
marcha em 27 de Julho de 1449, quando Constantino XII reconheceu a supremacia
turco-otomana ao submeter sua eleição ao consentimento do sultão. Desta data em
diante, os turcos eram senhores do Império do Oriente, embora faltasse derrubar
o pouco dele que ainda restava.
Usando o princípio de que um dia profético equivale a um ano, dá para calcular o
tempo dessa profecia. Analisando de trás para diante, temos o seguinte cálculo:
1 ano = 12 meses x 30 dias = 360 dias = 360 anos
1 mês = 30 dias = 30 anos
1 dia = 1 dia = 1 ano = 1 ano
1 hora = 360 dias divididos por 24 = 15 dias
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391 anos e 15 dias
Esse é o tempo apontado na profecia, segundo o qual a Turquia exerceria, como
potência política, o seu poder independente numa das mais estratégicas regiões
do mundo civilizado. Acrescentado 391 anos e 15 dias a 27 de Julho de 1449, a
profecia apontou também que o Império Turco cairia em 11 de Agosto de 1840.
A queda de Constantinopla em 29 de Maio de 1453 livrou o Ocidente e o Oriente
para sempre do longo martírio imposto pelos orgulhosos Césares. Visigodos,
vândalos, hunos, hérulos, árabes e turcos, exatamente conforme havia determinado
a profecia bíblica, fizeram ruir em escombros a cruel tirania duma raça que
arruinou o mundo por mais de 16 séculos.
Com a queda de Constantinopla, a Turquia assumiu o comando sobre todo o
território do Império Romano do Oriente formado pelos seguintes países: Toda a
Ásia Menor, Síria, Mesopotâmia, Pérsia, Iraque Arábia, Palestina, Trácia,
Romênia, Bulgária, Hungria, Grécia, Albânia, Bósnia, Sérvia, ilhas do mar Egeu,
Creta, além de ter incorporado também a seu império o Egito, a Etiópia e a
Líbia. Desse modo, a Turquia matou politicamente a terça parte dos homens ou
conquistou todos os seus domínios.
Mas, embora pelo raciocínio lógico humano tudo levasse a crer no contrário, as
conquistas turcas tiveram fim. O outrora invicto poder chegou afinal a ponto de
desmoronar-se frente às influências das nações européias. Através de um
documento histórico datado exatamente de 11 de Agosto de 1840, o sultão Maomé
Ali foi deposto, dando fim ao poderio otomano em Constantinopla, com a incrível
exatidão indicada na profecia.
Apoc. 9:16 – “O número dos exércitos dos cavaleiros era de duzentos milhões
(miríades de miríades). Eu ouvi o número deles.”
Simboliza um número indefinido muito grande. Miríades é empregado na Bíblia
quanto se trata de um número tão grande que não dá para precisar.
Apoc. 9:17 – “E assim vi os cavalos nesta visão: os seus cavaleiros tinham
couraças de fogo, e de jacinto, e de enxofre. As cabeças dos cavalos eram como
cabeças de leões, e de suas bocas saíam fogo, fumaça e enxofre.”
Apoc. 9:18 – “Por estas três pragas foi morta a terça parte dos homens, isto é,
pelo fogo, pela fumaça e pelo enxofre, que saíram das suas bocas.”
Apoc. 9:19 – “O poder dos cavalos está na sua boca e nas suas caudas; pois as
suas caudas eram semelhantes a serpentes, e tinham cabeças, e com elas causavam
dano.”
No caso dos turcos, a referência a “couraças” só pode ser simbólica dada a
impossibilidade de fazer-se couraças com mescla de fogo, jacinto e enxofre. Mas
é fato que três eram as cores que compunham as “couraças” dos guerreiros turcos:
(1) Fogo, ou cor vermelha; (2) jacinto, ou cor azul; (3) enxofre, ou cor
amarela. Eram exatamente estas três cores que predominavam no uniforme do
exército turco.
Ferozes e astutos como leões, os turcos demonstraram ser mais desumanos do que
os árabes. Os cavalos vomitavam “fogo, fumaça e enxofre”. Sem dúvida, aqui a
profecia faz alusão ao emprego de armas de fogo pelos exércitos turcos.
Precisamente, naquela época é que se iniciara o uso da pólvora e das armas de
fogo nas guerras. O resultado da detonação duma arma de fogo é realmente uma
chama de fogo, uma nuvem de fumaça e um cheiro forte de enxofre.
Fogo, fumaça e enxofre são, portanto, as três pragas que os turcos usariam para
matar a terça parte dos homens.
Uma advertência rejeitada
Apoc. 9:20 – “Os outros homens, que não foram mortos por estas pragas, não se
arrependeram das obras das suas mãos, para deixarem de adorar aos demônios, e
aos ídolos de ouro, de prata, de bronze, de pedra e de madeira, que não podem
ver, nem ouvir, nem andar.”
Apoc. 9:21 – “ Nem se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas
feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos.”
“Os outros homens, que não foram mortos por estas pragas”, isto é, pelas armas
de fogo da cavalaria turca, são os demais governantes cristãos europeus e seus
súditos, aos quais a desolação turca não alcançou. Eles não encararam o terrível
ataque turco com um flagelo merecido pelo Império do Oriente, como prêmio por
seus pecados e de sua detestável idolatria, que era odiada com ódio mortal pelos
maometanos. “Não se arrependeram” do culto dos “demônios”, como é considerada a
idolatria pelas Sagradas Escrituras.
Nem tão pouco “se arrependeram” dos seus “homicídios”, de suas “feitiçarias”, de
suas “prostituições” e “de seus furtos”. Eis o quadro do cristianismo
apresentado na profecia! Um cristianismo sem Cristo, odiado de morte pelos
conquistadores muçulmanos.
Deus não se agrada daqueles que não aprendem as lições que Seus juízos lhes
ensinam. Antes da visão das trombetas sobre os árabes e os turcos, a advertência
foi clara – “ai! ai dos que habitam sobre a terra”. Mas o cristianismo nominal
daqueles dias do avanço maometano, nem um caso fez, como hoje também não faz,
das advertências do céu.
Nem antes nem depois dos açoites dos árabes e turcos se arrependeu de sua
idolatria e de seus homicídios e maldades. O castigo, as “pragas” maometanas,
não o induziu a melhorar a conduta e a moralidade.
A lição foi desprezada com grave perda para a vida moral e espiritual. E assim
caíram os dois Impérios, as duas Romãs cristãs – Ocidental e Oriental – a
primeira pelas mãos dos visigodos, vândalos, hunos e hérulos, e a outra, sob o
comando muçulmano dos árabes e turcos.
Texto da Jornalista Graciela Érika Rodrigues, inspirado na palestra do Advogado
Mauro Braga.
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