Salmo 18 – Como Alcançar a Vitória

        

O salmo começa com um clímax, no qual Davi fala de sua felicidade e vitória na confiança em Deus. Neste salmo de adoração pública, o salmista louva a Deus por livrá-lo de todos os seus inimigos, incluindo Saul. Ele considera sua vitória uma recompensa de Deus ao seu modo justo de viver. Este é o resumo, esta é a essência do salmo.

 

No entanto, o salmo 18 tem uma estrutura impressionante, ao estudarmos a sua mensagem com mais profundidade. As palavras iniciais são o escopo e conteúdo de todo o salmo. As divisões estruturais ficam assim, envolvendo a todo o texto:

 

      A. Jeová, a Rocha de Israel (vs. 1-3)

            B. A Aflição de Davi (vv. 4-6)

                C. A Vinda do Senhor para Livrar (vs. 7-15)

                    D. A Libertação do Senhor (vs. 16-19)

                        E. A Fidelidade de Deus ao Fiel (vs. 20-29)

                    D'. As Perfeições Divinas (vs. 30-36)

                C'. A Vitória do Rei Sobre os Inimigos (vs. 37-42)

            B'. A Gloriosa Libertação (vs. 43-45)

       A'. Jeová, a Rocha de Israel (vs. 46-50)

 

Vamos ressaltar, porém, 3 pontos principais, para efeito de melhor memorização do seu conteúdo. Vamos apresentar o Triunfo, a Angústia e o Livramento de Davi. 

 

I. O TRIUNFO DE DAVI (18.1-3)

Este é um cântico de vitória e triunfo de Davi sobre todos os seus inimigos. Mas ele não está inclinado a louvar-se a si mesmo, como faria um rei ímpio, porque a sua vitória vem de Deus e não de sua própria força. Ele exalta a Deus e expressa os seus sentimentos para com o Senhor.

 

Davi expressa seu profundo amor pelo Senhor. Ele começa o salmo 18 com palavras usadas hoje em dia nos relacionamentos entre namorados, noivos e cônjuges: “Eu te amo.” (v. 1, Atualizada). Estas palavras são conhecidas, mas muito raras. Ainda há muitos maridos ou esposas que pensam como aquele homem que estava tendo um problema de relacionamento com sua esposa. Então, ela foi se queixar para um profissional; e ele lhe pediu que levasse o esposo ao seu consultório. Depois que ela o convenceu a ir até lá, o doutor procurou lhe dar alguns conselhos e disse entre muitas coisas: “O senhor precisa dizer à sua esposa que a ama. As palavras ‘Eu te amo!’ devem ser ditas de vez em quando. E ela precisa muito ouvir essas palavras de sua parte.” Então, o esposo lhe responde prontamente: “Mas, doutor, logo no dia de nosso casamento, há 25 anos atrás, eu a chamei à parte, e lhe disse: ‘Olha, eu te amo e não se fala mais nisso!’ ” 

 

Entretanto, essas palavras tem uma sabedoria e exercem um grande poder sobre a namorada, a noiva ou a esposa, quando expressas com sinceridade e frequência. Os homens não dependem muito disso, em sua maioria. Mas as mulheres precisam ouvir repetidamente as palavras mágicas. Isso satisfaz a sua necessidade emocional, renovando-lhes a certeza e a segurança.

 

E Davi está dizendo isso para Deus: “Eu te amo, ó Senhor.” E como a palavra “Senhor” aqui é a tradução de Yahweh (Eterno), então, Davi está prometendo que O amará eternamente. A frase “Eu te amo” comunica uma intimidade de seu relacionamento baseado em sua experiência. De fato, a versão Corrigida coloca as palavras no futuro, como uma promessa: “Eu te amarei do coração, ó Senhor!” Assim é que devemos amar a Deus: “do coração”, em sua profundidade peculiar. Jesus Cristo falou que tudo procede do coração. É do íntimo da alma que procede a nossa fidelidade e amor a Deus. Se isso não for desse modo, então, nunca poderemos amá-lO de fato e de verdade, com todas as forças e entendimento.

 

Você fala a Deus como Davi? Ele disse: “Eu te amo, ó Senhor!” Dizer estas palavras mágicas é tão importante que até Deus deseja que você diga isso. Não que Ele necessite de ouvir que você o ama, não! Se você O ama, Ele o sabe muito bem, e também sabe daqueles que falam isso da boca para fora, mas realmente não O amam, porque falam de boca, mas o seu coração está muito longe de Deus.

 

Amor a Deus é o primeiro mandamento de Sua Lei. É a própria base de todas as leis de Deus que de fato promovem a harmonia, a felicidade e a paz. Esse amor não é um mero sentimento, algo que uma pessoa diria para Deus quando as coisas vão muito bem. Esse amor deve ser um princípio que parte do próprio coração de Deus que é amor. Esse amor a Deus age por princípio e não se confunde com sentimentalismo que não tem duração e firmeza.

 

Mas como Davi considerava a Deus? Davi considerava a Deus como a sua Fonte de força e vitória. Ele usa algumas imagens. Os epítetos divinos do v. 2 são derivados da familiaridade de Davi com batalhas e com o cenário geográfico de Canaã. Os termos militares são “minha cidadela”, “meu escudo”, “meu baluarte”; a referência geográfica é: “minha rocha” (v. 2,46). Estas metáforas comunicam a intensidade do amor de Davi por seu Deus como o Todo-suficiente. Ele está dizendo: “O Senhor Jeová é o meu Deus Todo-Poderoso. Ele é a Fonte única de minha salvação, porque não há salvação em nenhum outro deus. Ele é eterno e portanto estarei seguro para sempre. Ele é o meu grande Libertador, porque tenho proteção completa de todos os meus inimigos, e estarei a salvo em qualquer perigo.”

 

Jesus Cristo é o grande Salvador do Seu povo em tempos de necessidade, em tempos de lutas e conflitos contra o inimigo de nossas almas. Quando vem Satanás como uma avalanche para nos tragar podemos confiar nEle como o nosso alto Refúgio, porque jamais nos perderá de vista, dando-nos a Sua poderosa mão, em socorro e libertação. Ele nos salvará de todos os nossos inimigos, do diabo e de seus demônios. Isso inclui cada momento de tentação contra a carne, o diabo e o mundo com suas sedutoras atrações.

 

II. A ANGÚSTIA DE DAVI (18.4-6)

 

Observe as palavras de Davi: “Laços de morte me cercaram, torrentes de impiedade me impuseram terror. Cadeias infernais me cingiram, e tramas de morte me surpreenderam. Na minha angústia, invoquei o Senhor, gritei por socorro ao meu Deus. Ele do seu templo ouviu a minha voz, e o meu clamor lhe penetrou os ouvidos.” (v. 4-6)

 

Depois de apresentar o seu clímax de reconhecimento do triunfo em Deus, Davi revela a sua grande aflição e angústia: Davi é ameaçado de morte por seus inimigos e vive uma grande angústia diante da possibilidade de ser abatido em um campo de batalha. Ele se sentiu aterrorizado. As “cadeias infernais” (v. 5) devem ser entendidas pelo original (sh@’owl, sheol) como correntes da sepultura. Inferno não existe presentemente, tampouco no tempo de Davi. Ele não estava temendo um inferno de fogo ou de correntes; ele estava descrevendo a cova, que em linguagem poética quase o prendia à inércia, pela morte que se avizinhava.

Mas Davi sabia em Quem confiar e clamou por socorro a Deus: “Na minha angústia, invoquei o Senhor, gritei por socorro ao meu Deus.” Assim fez Pedro quando se viu ameaçado pelas ondas revoltas do mar da Galileia: ao se sentir afundando, laços de morte o ameaçaram, correntes altaneiras da sepultura líquida o aterrorizaram, e ele clamou a Jesus Cristo gritando em meio ao barulho do mar: “Salva-me, Senhor!” (Mt 14:30). Assim Pedro ficou famoso ao pronunciar a oração mais curta do Evangelho e a mais prontamente atendida. E Jesus Cristo prontamente estendeu a Sua mão socorredora para libertar ao discípulo assustado. As palavras de Davi poderiam ser repetidas por Pedro: “Do alto me estendeu Ele a mão e me tomou; tirou-me das muitas águas.” (Sl 18:16).

 

Assim também podemos nós ser socorridos. Em meio as mais adversas circunstâncias, em meio as mais atrozes tentações, em meio aos grandes perigos dos últimos dias, em meio ao pecado que tão tenazmente nos rodeia, podemos clamar por socorro, e Jesus Cristo virá prontamente, em nosso auxílio para nos salvar.   

 

III. O LIVRAMENTO DE DAVI (18.7-50).

 

Foi exatamente isto o que aconteceu com Davi: Ele clamou a Deus e Deus o ouviu do Seu glorioso templo, e veio em resposta à sua prece desesperadora. E Davi agora descreve a vinda de Deus para salvá-lo dos seus inimigos. Através de metáforas poéticas e majestosas, Davi anuncia a vinda do Senhor para resgatá-lo.

 

“7 Então, a terra se abalou e tremeu, vacilaram também os fundamentos dos montes e se estremeceram, porque ele se indignou”.

9 Baixou Ele os céus, e desceu, e teve sob os pés densa escuridão.

10 Cavalgava um querubim e voou; sim, levado velozmente nas asas do vento.

12 Do resplendor que diante dEle havia, as densas nuvens se desfizeram em granizo e brasas chamejantes.

13 Trovejou, então, o Senhor, nos céus; o Altíssimo levantou a voz, e houve granizo e brasas de fogo.

14 Despediu as Suas setas e espalhou os meus inimigos, multiplicou os Seus raios e os desbaratou.” (v. 7-14).

 

No passado, Deus Se manifestou muitas vezes, e de muitas maneiras poderosamente. Isso aconteceu na Criação, quando Ele falou e tudo veio à existência, em meio à revolta dos elementos. Assim foi também no Dilúvio, quando os céus e os abismos irromperam nas águas que revolucionaram a todo o globo terrestre. As imagens do salmista também nos recordam da passagem do Mar Vermelho em terra seca, e dos terrores do Sinai, quando Deus entregou a Sua Lei dos Dez Mandamentos, e o povo ficou aterrorizado.

 

Esta descrição também se parece em muito com a vinda de Jesus Cristo para salvar ao seu povo que estará clamando de dia e de noite por livramento quando os seus inimigos ameaçarem os fiéis com a violência e decretos de morte, nos últimos dias da história desta terra. Nesse tempo, os montes serão abalados, muitas ilhas desaparecerão, destruições fantásticas ocorrerão; maremotos, terremotos, ciclones, avalanches, inundações, e agora podemos dizer tsunamis – todos os elementos da natureza clamando contra a impiedade dos habitantes da terra.

 

Disse João do Apocalipse, em uma impressionante visão: “O céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então, todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar.” (Ap 6:14). “E sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra; tal foi o terremoto, forte e grande... Todas as ilhas fugiram, e os montes não foram achados; também desabou do céu sobre os homens grande saraivada, com pedras que pesavam cerca de um talento; e, por causa do flagelo da chuva de pedras, os homens blasfemaram de Deus, porquanto o seu flagelo era sobremodo grande.” (Ap 16:20-21). Então, terá chegado o tempo de serem destruídos “os que destroem a terra”, e de dar a recompensa aos fiéis. (Ap 11:18).

 

Após descrever a vinda de Deus com poder e majestade, Davi fala de sua libertação (v. 15-19). Deus estendeu o Seu braço poderoso e o livrou das muitas águas. Pode imaginar a angústia das pessoas que enfrentaram um tsunami? Águas são simbólicas da perseguição dos ímpios (Ap 12:15-16). Deus salvou a Davi de todos os tsunamis inimigos. Deus o livrou de inimigos que eram mais poderosos do que ele. Assim acontecerá no futuro: os perseguidores da igreja verdadeira serão poderosos e invencíveis com as suas armas modernas, as suas bombas termonucleares, em perseguição contra os que não se submetem às suas leis. Mas o Senhor Todo-Poderoso nos servirá de amparo e revelará a o Seu poder. 

 

No verso 19, o salmista escreveu uma frase reveladora do coração de Deus: “Livrou-me, porque ele se agradou de mim.” A seguir, ele define por que Deus Se agradou dele: “Retribuiu-me o Senhor, segundo a minha justiça, recompensou-me conforme a pureza das minhas mãos. Pois tenho guardado os caminhos do Senhor e não me apartei perversamente do meu Deus. Porque todos os seus juízos me estão presentes, e não afastei de mim os seus preceitos. Também fui íntegro para com ele e me guardei da iniqüidade. Daí retribuir-me o Senhor, segundo a minha justiça, conforme a pureza das minhas mãos, na sua presença.” (v. 20-24).

 

Davi não está se exaltando a si mesmo. Não está se gloriando em sua justiça própria. Estas palavras não foram escritas para dizer que Davi era um homem que vivia sem pecado, porque isso não era verdade. Salomão escreveu que não há homem que não peque (1Rs 8:46; Ecl 7:20). E Davi falou acerca da multidão das suas iniqüidades: “Não têm conta os males que me cercam; as minhas iniqüidades me alcançaram, tantas, que me impedem a vista; são mais numerosas que os cabelos de minha cabeça, e o coração me desfalece.” (Sl 40:12).

 

Mas Davi confiava na multidão das Suas misericórdias (Sl 51:1). E quando ele pecava, imediatamente procurava o perdão de Deus. E Deus se agrada de pessoas que humilham o seu coração e fazem uma confissão sincera e franca, seguida de verdadeiro arrependimento. O Senhor Se agradou de Davi que foi considerado o homem segundo o coração de Deus (At 13:22).

 

As palavras de Davi foram escritas para que soubéssemos que Deus Se agrada de pessoas que confiam nEle e praticam os Seus mandamentos, e revelam justiça e correção. Pensamentos limpos, palavras puras, ações corretas, motivos santos, sinceridade de propósito – são obras de Deus em nós, frutos de um coração temente a Deus que pode dizer continuamente: “Eu te amo, ó Senhor! O Senhor é a minha Rocha... o meu Libertador!”

 

Temos ouvido muitas pregações acerca de como se sente o homem, de como você deve se sentir melhor e de como você será feliz. Mas já é tempo de voltarmos ao passado e ouvirmos de como será poderoso em obras o homem que confia em um Deus onipotente! Pregações sentimentalistas que carecem de conteúdo bíblico não podem transformar pecadores satisfeitos consigo mesmos.

 

Com efeito, Deus recompensou a fidelidade de Davi assim como recompensará a fidelidade dos cristãos naquele dia da consumação dos séculos, quando Jesus Cristo dirá aos salvos: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor.” (Mt 25:21). “Pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos” “e não se achou mentira na sua boca; não têm mácula.” (Ap 19:8; 14:5).

 

Então, o salmista exalta as perfeições de Deus: “O caminho de Deus é perfeito; a palavra do Senhor é provada; ele é escudo para todos os que nele se refugiam.” (v. 30). O perfeito caminho de Deus é o caminho de nossa libertação. Todos os homens podem ver isso e testar a Sua Palavra, porque o que Ele promete, Ele cumpre. Ele é o nosso Escudo protetor contra os nossos mais fortes e poderosos inimigos que são também inimigos dEle.

 

Davi lança um desafio diante de todos os homens: “Pois quem é Deus, senão o Senhor? E quem é Rochedo, senão o nosso Deus?” (v. 31). Aqui temos a revelação do verdadeiro Deus: “Quem é Deus?”, pergunta Davi. Quem realmente é o Deus verdadeiro dentre uma multidão de deuses falsos que não são de fato deuses? A resposta é esta: “O Senhor” (Yahweh)! Em palavras mais diretas: o Único Deus verdadeiro é Aquele que pode ser chamado de Eterno, porque Ele é assim mesmo. Portanto, Ele é o nosso Rochedo, e nEle temos estabilidade e segurança eternas.

 

Davi fala de como esse Deus perfeito aperfeiçoou o seu caminho (v. 32). Num mundo de tanta imperfeição, quando muitas vezes somos desanimados pelo que vemos ao nosso redor, quando somos decepcionados pelo que vemos nos outros, e olhando para nós mesmos somos igualmente frustrados, podemos contemplar a obra de Deus em nós que é uma obra de santificação e aperfeiçoamento. Deus nos dará forças em nosso caminho contra o mal; Ele nos dará o “escudo” da Sua “salvação” (v. 35).

 

Temos que contemplar com alegria e louvor a salvação que Deus providenciou em Cristo Jesus. Disse o salmista, após descrever em detalhes a grande libertação que ele alcançou na força de Deus: “Vive o Senhor, e bendita seja a minha Rocha! Exaltado seja o Deus da minha salvação”. (v. 46). Davi começou exaltando a Deus como a Rocha, no v. 2, e agora ele termina o salmo num paralelo glorificando a Deus novamente como a Rocha da sua salvação. Temos que exaltar mais a Deus como Aquele que nos salva do pecado, nos livra dos perigos, nos defende diante de inimigos e nos protege de todas as artimanhas do arquiinimigo, que é Satanás, o inimigo de nossas almas.

 

A promessa de Davi deve ser a nossa promessa: “Glorificar-te-ei, pois, entre os gentios, ó Senhor, e cantarei louvores ao teu nome.” (v. 49). Em palavras atuais: “Senhor Deus, eu vou Te glorificar diante das pessoas que não Te conhecem, vou pregar o Teu Evangelho, vou fazer conhecido o Teu nome diante de meus amigos, vizinhos e parentes. Eles saberão Quem Tu és realmente!”

 

Davi termina o salmo 18 com chave de ouro: “É Ele quem dá grandes vitórias... e usa de benignidade ... para sempre!” (v. 50). Este deve ser o nosso testemunho; o v. 49 contém a nossa promessa de testemunhar e aqui no v. 50, temos o conteúdo de nosso testemunho: Deus nos dá grandes vitórias contra todos os nossos inimigos, contra o pecado, contra as tentações da carne e também nos ajuda a vencer o mundo e tudo o que há no mundo. Tudo isso está baseado em Sua grande bondade para conosco e para com todos os que O buscam na sinceridade de seu coração.

 

E não somente isso; mas também Ele é tão bom que promete estender a Sua bondade “para sempre”. Porque “Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, - pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus.” (Ef 2:4-7).

 

Roberto Biagini

Mestrado em Teologia

prbiagini@gmial.com